domingo, 13 de fevereiro de 2011

Coração sincero

  Eu quero te ver, sim, eu preciso te ver como tu és... não como imagino, mas como tu és! Minha imaginação me leva a lugares onde nem poderia estar...
Eu quero ouvir as suas palavras, suas doces palavras. Não como eu as imagino, mas como elas realmente são. Sinceras são tuas palavras. São palavras de vida. Podem não ser sempre doces, mas são de vida, sempre.
  Meu amor, eu não posso me esconder atrás de mim mesmo, eu preciso olhar pra ti... eu não consigo me esconder, então por favor, deixa eu te ver. Deixa eu olhar em ti, olhar pra ti. Eu quero saber quem tu és, verdadeiramente, e se estás perto, posso caminhar até onde estás... fica aí... meu amor, olha pra mim. Veja meu coração quebrado, triste, às vezes. Veja minha lucidez. Veja minha simplicidade, me explique a sua complexidade. Dá-me olhos que vem a ti. Dá-me um coração que caça o alimento sólido. Me dê seu coração, compartilhe-o comigo. Sou sincero agora, pois não há por que mentir pra ti, nem pra mim mesmo.
  Quero me surpreender com as lembranças de tempos distantes, onde eu era um, um alguém, que era inexplicável no seu amor... onde eu dependia desse amor que me faz confuso e que ao mesmo tempo me completa, que me faz entender, o que eu não entendo hoje. Quero voltar ao lugar onde nos conhecemos, e onde nossos corações se encontraram pela primeira vez!              




                                       de: um coração sincero...
                                       para: um Deus de amor...

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